A distância entre os eixos é a distância entre os centros das rodas dianteira e traseira.
Geralmente, quanto maior a distância entre os eixos, maior será o conforto no interior do veículo. Isto explica o fato de carros maiores possuirem mais conforto e também mais espaço interno em relação aos carros menores.
Um carro alegórico, é uma alegoria onde pessoas vão em cima desfilando. O carro que vem na frente do desfile é chamado de Carro Abre-Alas e é ele que leva o nome da escola. Os carros alegóricos podem ser tanto grandes como pequenos, geralmente é usado muita luz,plumas e brilho para fazer estes carros. Os maiores carros atingem até 13 metros de altura e 60 de coprimento, dificultando a entrada na avenida. Estes carros geralmente são empurrados pos pessoas que ficam embaixo do carro.
Um carro alegórico, é uma alegoria onde pessoas vão em cima desfilando. O carro que vem na frente do desfile é chamado de Carro Abre-Alas e é ele que leva o nome da escola. Os carros alegóricos podem ser tanto grandes como pequenos, geralmente é usado muita luz,plumas e brilho para fazer estes carros. Os maiores carros atingem até 13 metros de altura e 60 de coprimento, dificultando a entrada na avenida. Estes carros geralmente são empurrados pos pessoas que ficam embaixo do carro.
Dá-se o nome de esquadrão a uma subunidade de cavalaria de escalão equivalente ao de companhia, constituído por um conjunto de pelotões.
No Exército Português existem, como subunidades de manobra de Cavalaria:
- 1) Esquadrões de Reconhecimento, cada um incluindo três pelotões de reconhecimento e um de morteiros;
- 2) Esquadrões de Carros de Combate, cada um incluindo três pelotões de carros de combate;
- 3} Esquadrões de Comando e Serviços, dentro dos quais se abrigam, entre outros, o pelotão de Manutenção e Transporte (Oficina)e o Pelotão de Obras, os quais normalmente não tiram serviço, não respondem chamada no Esquadrão, como compensação pelos serviços executados.
Além disso, existem Esquadrões de Comando e Serviços e de Apoio de Combate nos Grupos de Carros de Combate e Esquadrões de Polícia do Exército no Grupo de Polícia do Exército.
O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).
Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.