Lowrider são os carros com o sistema de suspensão modificado e que anda tão junto ao chão quanto possível.
Atualmente se usa mais a suspensão hidráulica, mas mesmo assim os mais saudosistas apenas retiram as molas da suspensão. A cultura Lowrider surgiu nas periferias dos Estados Unidos, na divisa com o México. Por pessoas comuns que queriam ser diferentes assim colocavam sacos de areia ou sacos de pedra no porta-malas de seus Chevrolet Impalas, dando assim origem ao Lowrider.
História
Os lowriders foram criados por imigrantes mexicanos os pachucos em Los Angeles, eles criaram os lowriders com base no objeto de ostentação dos americanos que eram os grandes carros da época de 50 e 60, tais como Impalas e Monte Carlos, que são os carros mais usados nesse tipo de costumização.
Características
O lowrider tem como características básicas carros das décadas de 50 a 70 sem nenhum tipo de costumização externa.
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O Manual do Peninha é um livro infantil brasileiro lançado pela Abril originalmente em novembro de 1973. Foi o sexto volume da série original de manuais Disney.
O manual teve uma segunda edição nos anos 70. A maior parte de seu conteúdo foi reaproveitado na Biblioteca do Escoteiro-Mirim e na coleção Manuais Disney (Nova Cultural).
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A CTM2000 é uma categoria do automobilismo brasileiro. Foi idealizada por iniciativa da empresa cearense Nordeste Sport Motor com sede em Fortaleza. A principal imfluência de estilo de campeonato e organização é a DTM alemã, que também serviu de base para a categoria argentina TC2000. No Brasil a CTM2000 pretende ser uma categoria de base, pelo seu baixo custo. No desenvolvimento do projeto da categoria e competição, a empresa fez uma mudança no nome acrescentando o subtítulo de Stock Nordeste, aludindo ao fato de ser uma categoria onde os carros, apesar de serem todos motando sem senhuma correlação com carros de montadoras, tem semelhanças com os carros da Stock Car Brasil, que faz uma correlação com os carros das grandes montadoras.
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- Carros Clássicos Auto-Clássicos Carros antigos à sua disposição: Casamentos, Baptizados, Aqui pode visualizar alguns dos carros de que disponho:
O SEAT Córdoba é um automóvel sedan esporte derivada do hatch compacto SEAT Ibiza. Fabricado na Espanha pela SEAT o Córdoba foi importado para o Brasil até 2001.
Motorização:
___Não importados no Brasil:
Córdoba 1.6 105 cavalos, alumínio. (Gasolina)
Córdoba 1.9 TDI 130 cavalos. (Diesel)
Córdoba 1.4 TDI 100 cavalos. (Diesel)
___Importados no Brasil:
Córdoba 1.6 SR (Super Racing) - 101 cavalos, alumínio.(Gasolina)
Córdoba 1.8
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O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).
Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.
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